A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 18/06/2020
Época de 1822, sociedade machista marcada pelo patriarcalismo, ambiente em que a mulher brasileira não tinha a palavra em lugares cercados por homens. Assim, em meio a independência do Brasil, Maria Quitéria - primeira mulher a entrar nas Forças Armadas - rompeu com o estereótipo do ser frágil e incapaz; ao possibilitar o emponderamento dessas e adentrar no mundo antes habitado pelo sexo oposto, ao longo dos anos o mercado de trabalho foi um importante meio.
Com isso , em meio a idade moderna, mulheres conquistaram o merecido espaço na sociedade; essas não dependem de seus maridos - antes vistos como “chefes da casa” - e gerenciam altos cargos em empresas como são empreendedoras do seu próprio negócio. Entretanto, com o passar dos séculos o pensamento excludente se mantém, privando essas de terem salário compatíveis ao dos homens- desempenhado pelo mesmo ofício, como por exemplo visto em certas empresas que requerem trabalho braçal não possuírem uma única funcionaria, visto que pelo pensamento de alguns são fracas e inaptas.
Concomitantemente, visto as desigualdades - gênero e salarial - perpassadas durante os anos, é necessário que os indivíduos percebam segundo a pensadora Simone de Beauvoir, que nenhum destino biológico, psiquico e econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade. Assim, a famosa frase “ninguém nasce mulher mulher: torna-se mulher” , mostra como os próprios indivíduos estereotipam erroneamente a mulher como um ser inferior ao homem; já que essa -ao contrário dos pensamentos- é forte e independente.
Portanto, a fim de que a mulher seja reconhecida no mercado de trabalho, é necessário com a ajuda do governo aliado ao Ministério do Trabalho, elaborar uma lei que obrigue empresas a terem ao menos uma pequena parcela de trabalhadores do sexo feminino. Além disso, com a ajuda dos indivíduos, por meio de anúncios incentivadores em redes sociais, as mulheres percebam a sua importância e se sintam capazes de quebrar paradigmas machistas da sociedade, como feito no século 19.