A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 21/06/2020

Ao olhar para trás, com mais destaque na década de 1940, quando a industrialização começou a acontecer no Brasil. Constata-se que as mulheres exerciam somente o papel de cuidar da casa e dos filhos e na maioria das vezes eram sustentadas pelo marido. Entretanto, na atual conjuntura com o desenvolvimento da indústria houve mudanças no que diz respeito a mulher no mercado de trabalho. Diante disso, o emprego feminino começou a ser mais valorizado, porém ainda assim com muitas dificuldades.

Com o passar dos anos, o número de mulheres trabalhando aumentou significadamente. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de serviços femininos expandiu cerca de 35% de 1950 á 2010. No entanto, a diferença salarial e a qualidade do trabalho ainda é um problema diante da sociedade feminina, na qual homens são os mais favorecidos, ocasionando uma certa desigualdade.

Outra preocupação constante é a falta de oportunidade de trabalho, na maioria das vezes entre mulheres. Os fatores que estão em pauta é o rendimento, formalização e a distribuição de horas. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), as mulheres trabalham 3 horas a mais do que os homens e obtém um salario inferior aos mesmos. Isto é quando se trata de trabalho remunerado e/ou atividade doméstica.

Diante dos argumentos supracitados, é necessário medidas para resolver tal problemática. Logo, cabe ao Poder Legislativo em parceria com o Poder Judiciário elaborar leis que forneçam a igualdade no serviço entre homens e mulheres. Além do mais, é dever dos Órgãos Governamentais ajustar os horários dos trabalhadores e com a ajuda da sociedade providenciar formar para que o trabalho feminino seja mais valorizado. Assim, o número de mulheres empregadas no Brasil irá alavancar.