A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 17/08/2020

Em 1970, foi legalizado pela organização das nações unidas que o dia 8 de março seria dedicado para todas as mulheres que lutaram e lutam até hoje pelos seus direitos, principalmente por aqueles que estão relacionados ao mercado de trabalho. No entanto, faz-se notável que toda essa jornada por valorização no setor trabalhista não foi o suficiente para acabar com o estereótipo de que o homem consegue ser mais eficiente que a mulher, consequentemente esse pensamento aumenta a desvalorização do salário de muitas delas e afeta também no seu crescimento profissional.

Primeiramente, o sexo feminino sempre foi visto de uma maneira inferior ao masculino. Desde os primórdios da humanidade que elas são tratadas como empregadas, onde sua única função era cuidar de seus filhos e da casa, assim sendo essa concepção patriarcal enraizada até hoje, e com isso dificultando seu reconhecimento no mercado de trabalho. Segundo pesquisa da OIT, muitas das mulheres que são mais capacitadas do que os homens em questão de formação e experiência, ainda ocupam cargos menores justamente por causa desse preconceito.

Além disso, nota-se que essa desigualdade de gênero é bastante evidente no salário de ambos, de modo que as mulheres sempre ganham menos que os homens.

Portanto, é de suma importância a elaboração de medidas bem elaboradas para modificar esse cenário. Para que isso aconteça, faz-se necessário que o governo crie um projeto para mudar esses ideias preconceituosos, onde seria aplicada nas escolas, pois somente uma educação de qualidade promover uma mudança cultural na sociedade, mostrando para todos as crianças e jovens que não há diferença de gêneros e que ambos devem se valorizar, principalmente na área de trabalho.