A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 03/07/2020
Na obra “Utopia” do escritor Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita padronizada pela ausência de problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a participação da mulher no mercado de trabalho apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto das raízes machistas do país e pela desvalorização de movimentos em prol da igualdade de gêneros, sendo necessário ações para apaziguar o dilema.
Na série canadense “Anne With an E” é destacado os diversos rótulos que penduram até o presente momento, quando por exemplo, a Sra. Cuthbert quer devolver Anne ao orfanato por esta ser menina, sendo vista como incapaz de trabalhar na fazenda. Paralelamente, no Brasil, este esteriótipo tem ênfase. Mulheres são consideradas como frágeis ocupando cargos inferiores, recebendo remunerações menores desempenhando as mesmas funções que os homens, devido a uma cultura machista e patriarcal.
Ademais, é visível que os movimentos femininos não possuem o devido apoio que merecem. Mediante a situação, ocorrem manifestações que tem como objetivo, melhores salários e oportunidades. Todavia, é questionável a limitação da participação de homens na causa. Em suma, não apoiar a integração da mulher na isomia tornou-se um dilema.
Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. É dever das escolas ensinar as crianças desde o ensino primário sobre a importância da mulher no mercado de trabalho, por meio de projetos e palestras com o intuito de desmistificar a cultura machista do país. Somente assim, o problema poderá ser amenizado e as mulheres terão seus direitos preservados perante a lei, havendo a igualdade dos gêneros.