A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 08/07/2020

Embora nas últimas décadas os índices das mulheres com carteira assinada no mercado de trabalho vêm crescendo ainda há uma enorme diferença entre os cargos e salários em comparação aos homens. A luta de igualdade entre os gêneros não é de hoje, mas estamos realmente perto dessa desigualdade acabar?

Infelizmente não, precisamos voltar algumas décadas na história para entender melhor isso. Com o surgimento das indústrias no Brasil, a mão de obra masculina começou a ficar escassa e as mulheres foram chamadas para começarem a trabalhar, segundo o IBGE de 1950, 13,5% das mulheres eram ativas economicamente, enquanto a média dos homens era de 80,8%. Embora algumas delas trabalhavam nas indústrias, seu salário era menor que o dos homens.

As décadas passaram porém a desigualdade não acabou. É inegável que as mulheres ao longo dos anos ganharam alguns direitos como o de estabilidade no emprego caso descubra uma gravidez que dura até cinco meses após o nascimento do bebê, carteira assinada e vários outros, mas mesmo assim a média salarial das mulheres é inferior à dos homens, que ganham 2.306 reais por mês, enquanto uma mulher recebe por média 1.764 reais.

Segundo o Fórum Econômico Mundial a igualdade de gênero só virá totalmente em 2095, mas apesar disso é importante indicarmos mulheres para os cargos sempre haja chance e ter em mente que elas são tão capacitadas quanto os homens. Dar apoio as mães principalmente nos primeiros meses é essencial já que pode ser muito cansativo cuidar da criança e continuar trabalhando oito horas por dia. Dessa forma, teremos no brasil uma sociedade mais igualitária.