A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 10/07/2020
É perceptível o fato de que a mulher sempre foi limitada a realizar as tarefas domésticas, como cuidar da casa, filho e marido. Porém em 1760 com a revolução industrial, elas começaram a ser inseridas no mercado de trabalho devido as fábricas precisarem de muita mão de obra. Com isso, a realidade da mulher passou a mudar e o número das que trabalham aumentou.
Atualmente, as empresas evitam contratar as mulheres pelo simples fato dela menstruar, engravidar e/ou ter filhos e isso faz com que elas sejam desvalorizadas no mercado de trabalho. Porém, quando são contratadas, há a presença da desigualdade salarial da mulher e do homem e percebe-se que ela recebe bem menos do que ele. Ela até mesmo pode ser assediada dentro de seu local de trabalho e até mesmo ser desvalorizada socialmente. Existem grupos e movimentos feministas que buscam mudar essa realidade, busca, a igualdade de ambos os gêneros sem que tenha uma relação de superioridade de um deles.
Existe um filme chamado “um senhor estagiário” na qual o seu intuito é mostrar as mulheres na liderança e Jules (Anne Hathaway) é dona de uma empresa e lidera mais de 200 funcionários. No filme, Jules é mãe e esposa, porém nem por isso ela deixou de trabalhar porque ela é capacitada e possui competência como qualquer outro para realizar tal atividade.
Contudo, para resolver esses problemas citados, deve-se incrementar nas escolas e na sociedade uma fonte de conhecimento na qual mostra que a figura feminina não é inferior a ninguém. A mulher deve investir em si mesma para que ela possa estar capacitada para resolver qualquer situação, principalmente por igualdade de gênero. As empresas deveriam estar de portas abertas para que elas possam ter espaço dentro do mercado de trabalho e além disso, ter leis que garantam os direitos das mulheres.