A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 07/07/2020
Promulgada pela ONU em 1948, a declaração dos direitos humanos garante a todos os indivíduos o direito à igualdade de gênero e ao bem-estar social. Contudo, a baixa oportunidade das mulheres brasileiras no mercado de trabalho impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
Por certo, as mulheres sofrem esse preconceito a longo prazo, pois antigamente suas funções se limitava a cuidar da casa, do marido e dos filhos. Mas esse fato começou a mudar com a evolução industrial, na metade do século XVIII, onde as mulheres começaram a ajudar nas industrias, com uma mão de obra barata. Isto inseriu a mulher n a dinâmica produtiva. Porem com uma diferença salarial de 60% a menos que os homens.
Hoje em dia apesar da diferença salarial ter diminuído, ainda existe descriminação na sociedade. De acordo com uma pesquisa do IBGE em 2016, 21,5% das mulheres concluíram o ensino superior contra 15,6% dos homens, mas o rendimento feminino equivale a cerca de três quartos da renda masculina. Isso se deve ao preconceito de gênero, onde a população machista pensa que só os homens devem suprir com as despesas.