A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 13/07/2020
A Ingressão da Mulher no Mercado de Trabalho
A mulher ingressou tardiamente no mercado de trabalho, sua entrada aconteceu durante a Revolução Industrial, em que, com o crescimento das grandes indústrias, era necessário requisitar maior mão de obra para trabalhar. Porém, antes disso, a mulher era responsável especificamente pelo trabalho doméstico, que se baseava em cuidar da casa, dos afazeres e dos filhos, sendo essencialmente apenas para isso. Essa forma de dever, perdurou por muito tempo, até que houveram mudanças, e a mulher foi inserida aos poucos no mercado de trabalho.
Em primeiro plano, a mulher sempre foi taxada de um ser frágil, que não tivesse capacidade de lidar com assuntos que eram considerados de ‘‘homem’’, isso demonstra o machismo estrutural que existia e existe na sociedade, onde a figura feminina é diminuída apenas pelo seu porte físico, não sendo considerada apta para lidar em áreas educacionais e empregadoras. Mesmo com sua entrada no mercado de trabalho, a mulher era, e é ainda vista como inferior, sendo muitas vezes colocada em cargos de baixa patente e recebendo salários menores que os homens, mesmo apresentando um melhor resultado no trabalho final. Isso demonstra a falta de compactuabilidade das empresas em combater esse estigma da mulher sendo vista como inferior e não capacitada para certas tarefas.
Além disso, há muito preconceito por parte dos homens com a mulher no mercado de trabalho. Muitos não aceitam que suas esposas ingressem em um emprego e trabalhem. Outrora pode ocorrer entre funcionários e patrões, em que não aceitam receber ordens de uma mulher e outros não confiam em colocar a mulher para gerir cargos altos, isso muitas vezes é responsável pelo machismo patriarcal, o homem não consegue se aceitar estando abaixo de uma mulher, ou vê-la gerenciando em um cargo alto. Isso leva muitas mulheres a investiram em emprego próprio, atuando na área de Empreendedorismo, onde comandam 46% dos negócios próprios trabalhando como autônomas ou fundando sua própria empresa.
Percebe-se, portanto, que o problema está ligado diretamente ao preconceito e machismo contra a mulher. Desse modo é necessário a intervenção de organizações competentes, como o Governo Federal em estipular normas e leis que combatam essa diferença salarial e formal de emprego, também cabe as empresas se avaliarem diante dessa situação, promovendo a entrada de mulheres no setor de trabalho, recebendo e atuando de forma justa em comparação aos homens. Pode-se combater também com palestras, apresentações e movimentos que debata esses assuntos e estimulem o a evolução da mulher no mercado de trabalho, tornando igual ao do homem, proporcionando uma boa forma de emprego e de atuação no trabalho.