A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 09/07/2020
A revolução industrial foi um conjunto de mudanças que ocorreram na Euoropa no século XVIII. Junto a isso e possível compreeender que dentre os trabalhadores das indústrias, as mulheres eram a mão de obra mais barata, pois elas não tinham direitos e porque eram consideradas inferiores aos homens. Hodiernamente essa realidade é comum em pleno século XXI, uma vez que, muitas mulheres não conseguem evoluir dentro do mercado de trabalho pois ainda existem raízes históricas e estereotipadas dos séculos passados. Nesse contexto, são necessárias medidas para reverter tais problemas.
Em primeiro plano, vale ressaltar que, segundo o IBGE os homens lideram o mercado de trabalho no quesito de emprego formal em relação as mulheres. Concomitantemente, foi implantada na sociedade uma idéia de que o homem exerce melhor função trabalhista, ou seja o trabalho feminino é subvalorizado. Paralelo a isso faz-se necessário portanto alternativas viáveis para alterar esse cenário.
Outrossim, também e importante destacar os estereótipos desenvolvidos pela população de que as mulheres são predestinadas a dar prioridade a família e a vida doméstica, não sendo aptas ao mercado trabalhista. Essa realidade reflete diretamente na vida de muitas que pretendem inserir-se no mercado de trabalho e ter um ‘’espaço’’ nessa era capitalista. Tendo isso em mente, é indispensável que medidas sejam tomadas para reverter esse fator.
Para isso começar a mudar, é dever do Ministerio do Trabalho e Emprego atuar na ampliação e divulgação de ações que assegurem a contratação de mulheres nas empresas brasileiras, afim de promover a equidade de gênero no mercado de trabalho. Além disso, é dever também, das instituições escolares promoverem palestras sobre a igualdade de direitos trabalhistas tanto dos homens quanto das mulheres. Nesse sentido o cenário vigente atual poderá ser revertido.