A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 11/07/2020
Nas últimas décadas do século XX, foi presenciado um dos fatos mais marcantes na sociedade brasileira, que foi a inserção, cada vez mais crescente,da mulher no campo do trabalho. São diversas as desigualdades existentes na sociedade brasileira. Uma das mais evidentes refere-se às relações de gênero, menos relacionada à questão econômica e mais ao ponto de vista cultural e social, constituindo, a partir daí, as representações sociais sobre a participação da mulher dentro de espaços variados, seja na família, na escola, igreja, nos movimentos sociais, enfim, na vida em sociedade.
Na atualidade a mulher ainda sofre com a diferença salarial e na dificuldade de ser contratada, pois muitos empresários tem um pensamento errado em questão de contratar a mulher por ela ser apenas mulher, porque ela engravida, ela menstrua, e por lei e de direito da mulher ter licença maternidade e a menstruação é uma coisa hormonal da mulher.
O assédio sexual e moral que as mulheres ainda sofrem em ambiente de trabalho. Uma pesquisa realizada em maio de 2019 pela Talenses Executive Search, consultoria de recrutamento executivo, com 3.215 entrevistados, revelou que 34% das mulheres já sofreram algum tipo de assédio sexual no ambiente de trabalho – algo em torno de um a cada cinco profissionais -, sendo que, em mais de 50% dos casos o assediador é um superior hierárquico.
Faz-se necessário, portanto, desenvolver medidas que visam solucionar o assunto em questão. Desse modo, a escola deve criar atividades lúdicas que promovam a simulação do trabalho entre os alunos, por meio do estabelecimento do mesmo salário, além de inspirar a criação de grupos que defendam o feminismo, a fim de que possam propagar uma maior contribuição às manifestações, bem como a construção de pessoas preocupadas com a compatibilidade salarial. Logo, é somente com essa postura que a mulher brasileira disputará pelos seus direitos.