A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 10/07/2020
A partir da segunda metade do século 18, com a Revolução Industrial. Na medida em que as indústrias se fortaleciam, a necessidade de mão de obra aumentava, naquela época, o valor pago pelo trabalho feminino já era inferior. Mas mesmo com todas as ressalvas que se possa fazer ao modo como ocorreu a inserção da mulher no mercado de trabalho, esse foi um processo decisivo, ainda que lento, para a emancipação da figura feminina e a conquista do acesso à educação formal.
Durante muito tempo as funções das mulheres se limitavam a cuidar da casa, do marido e dos filhos, enquanto o homem devia atuar como provedor do lar, essa realidade fez com que a mulher fosse desvalorizada e que demorasse a entrar no mercado de trabalho, como consequência disso, por muito tempo muitos pensavam que o trabalho era secundário para as mulheres e isso fazia e ainda faz mulheres não serem contratadas porque os empregadores acham que elas não foram feitas para o mercado de trabalho, por conta disso, as mulheres mesmo representando a maior parte das pessoas com a idade de trabalhar e possuirem mais instrução do que os homens, elas representam a minoria da população economicamente ativa e recebem, em média, menos que os homens pelo mesmo trabalho.
Para tentar acabar com esse problema poderiam ser promovidas campanhas publicitárias voltadas à conscientização da população e dos responsáveis por empresas a respeito da igualdade entre homens e mulheres.