A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 11/07/2020

Atualmente, o número de mulheres empregadas no Brasil cresceu bastante em comparação a tempos atrás, neste contexto, segundo o Ministério do Trabalho em 2007, a presença feminina representava 40,8% do mercado formal e já em 2016, esse número subiu para 44%. No entanto, pesquisas mostram que os homens têm mais facilidade em conseguir emprego do que as mulheres. Isso se dá pelo contexto histórico desfavorável ao sexo feminino o qual elas deviam cuidar dos afazeres domésticos e dos filhos, o que deixa a sociedade brasileira submetida a ideias ultrapassadas. Apesar dessas mudanças atuais ainda é um desafio mudar esse cenário desigual.

Vale ressaltar que, infelizmente, ainda existe um desequilíbrio de salários entre homens e mulheres, de acordo com os dados do IBGE, mesmo que a diferença salarial entre os gêneros tenha abaixado, as mulheres ganham 20,5% a menos que os homens, a menor diferença foi em 2016, com 19,2%, conforme esses dados, os homens ganham R$ 1,20 a mais que as mulheres. Além disso, as mulheres dificilmente conseguem trabalhos que demandam uma maior força física ou na área de engenharia, por essas funções serem supostamente consideradas masculinas, pois elas são vistas como “sexo frágil”.

Logo, para que esse cenário possa mudar, a sociedade precisa entender o quanto essas atitudes prejudicam as mulheres. Dessa forma, o Governo Federal, junto das escolas, devem fazer campanhas e projetos para que as crianças e adolescentes saibam os direitos e deveres de todos, independente de gênero. Além disso, é necessário que sejam feitas denúncias das desigualdades salariais e, consequentemente, a fiscalização desses salários sejam mais rígidas, para que a sociedade seja mais justa e igualitária.