A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 08/07/2020
No Brasil, ao longo dos anos, as mulheres vêm crescendo e ganhando seu espaço no mercado de trabalho, e sua importância tem sido ainda maior. De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 1950, havia apenas 13,6% de participação das mulheres no mercado, enquanto os homens ocupavam em cerca de 80%. De 2010 em diante, houve um aumento de 36,3% e a participação feminina passou a ser 49,9%. Ainda sim, existe muita desigualdade e machismo entre homens e mulheres no mercado, seus cargos, funções, se encontram em diferenças, comparados aos homens. As mulheres chegam a receber menos, mesmo exercendo trabalhos iguais. Muitas vezes a mulher é vista como as principais pelos trabalhos domésticos, cuidar de filhos, cozinhar, e outras responsabilidades, até mesmo quando ingressam no mercado de trabalho. Também temos a diferença de pagamentos, onde as mulheres costumam trabalhar mais do que os homens, e receberem menos. Por exemplo, um homem que trabalha 50 horas semanais, e uma mulher que, trabalha 3 horas a mais pelo acúmulo de tarefas, ainda sim, vai receber somente 70% de salário que o homem receber. Podemos dizer que as mulheres recebem menos devido a sua faixa salarial abaixo dos homens, visto que, depois da Segunda Guerra Mundial, muitos homens foram mortos, as mulheres tiveram de assumir exercícios mais pesados. As mulheres conseguiram reivindicar direitos iguais e obteve sucesso sobre isso, mas o tempo foi se passando e a disparidade voltando.