A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 12/07/2020
Pouco mais de 70 anos depois da criação da Organização das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), documento histórico que inspirou a constituição de muitas democracias recentes, encontra barreiras para ser validada quando se trata da questão da mulher brasileira no mercado de trabalho.
Defronte essa questão, é importante ressaltar que segundo a Fundação Getúlio Vargas, 48% das mulheres brasileiras foram demitidas após sair da licença maternidade. O trabalho se torna um lugar instável e ameaçador para as mulheres, levando em conta que as mesmas estão sujeitas a diferenças salariais, assédio e falta de oportunidades dentro de sua carreira profissional.
Em decorrência disso, é notório que as mulheres possuem um espaço inferior aos homens dentro do mercado de trabalho, e isso acaba por afetar o artigo 5° da Constituição Federal de 1988, onde diz que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Contudo, é preciso admitir que a desigualdade de gênero não deve ter espaço na sociedade atual.
Dessa forma, entende-se a necessidade de reunir esforços para igualar os direitos femininos. Logo, é imprescindível que a Mídia implemente campanhas contra o preconceito sobre as mulheres na carreira profissional, desenvolvendo consciência nas empresas, com a finalidade de fornecer mais oportunidade e segurança para as mulheres dentro do espaço de trabalho. Com essas condutas, espera-se que as mulheres conquistem seus direitos e mais respeito dentro do mercado de trabalho e na sociedade moderna atual.