A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 12/07/2020

Há muito tempo, o preconceito contra a mulher no mercado de trabalho é um problema no Brasil. De modo que sempre foram vistas como um sexo frágil, suas funções eram voltadas para cuidar da casa, dos filhos e do marido, que era o provedor. Com a Revolução Industrial, em virtude da necessidade de mão de obra elas conseguiram cada vez mais ganhar espaço nesse meio, entretanto não foram tão valorizadas quanto os homens e isso ainda é um problema a ser resolvido.

Como resultado vê-se que, a desigualdade de oportunidades de trabalho entre o sexo masculino e o feminino, ainda está muito presente em pleno século XXI. Segundo o IBGE a taxa de desemprego das mulheres é 39,4% maior que a dos homens, isso ocorre porque grande parte dos empregadores ainda opta pelo sexo masculino, mesmo com a capacitação de mulheres igual ou superior a dos homens, por elas terem que passar muitas dificuldades que eles não encontram, como o equilíbrio das atividades domésticas e o emprego fora de casa.

Ademais, é importante ressaltar que a diferença salarial, também é um fator que contribui para essa desigualdade. De acordo com o IBGE, as mulheres recebem em média 27,25% a menos que os homens, embora tendo a mesma formação e executar o mesmo cargo. Isso não ocorre pelo simples fato da mulher escolher um trabalho menos remunerado, e sim devido à exclusão de gênero presente na sociedade brasileira. Portanto medidas são necessárias para resolver esse impasse.

Dessa forma, é inadiável que o Governo Federal, estabeleça leis para que as empresas contratem mais mulheres para seu corpo de funcionários, diminuindo tributos sobre os impostos, fazendo com que a desigualdade se torne igual. Para que isso aconteça, o Governo deve fiscalizar de forma rígida as empresas, com o apoio do Ministério do Trabalho. Além de campanhas para conscientizar a população e minimizar a sociedade patriarcal. Assim então poderemos diminuir a desigualdade de gêneros.