A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 10/07/2020
A mulher brasileira ainda sofre grandes desafios e preconceito no mercado de trabalho, isso mesmo apesar da Constituição Cidadã, criada em 1988, e independente de ser muito comum ver mulheres trabalhando hoje em dia, as diferenças existentes ainda são muitas e se sobressaem na sociedade arcaica em que vivemos.
Observa-se que as mulheres sempre foram limitadas e doutrinadas para executar tarefas domésticas, mas esse fato começou a sofrer mudança a partir da segunda metade do século XVIII com a Revolução Industrial. Nas últimas décadas do século XX a inserção da mulher no mercado de trabalho vem se tornando cada vez maior, devido a vários fatores, sendo eles econômicos, culturais e sociais. Porém, ainda encontramos casos de mulheres desvalorizadas no mercado de trabalho simplesmente por engravidar, ter filhos e até mesmo menstruar.
O filme “Um senhor estagiário” aborda uma temática completamente voltada para a inserção da figura feminina no mercado de trabalho e descreve todos os desafios enfrentados nesse meio pela personagem, como a desvalorização social, o que faz total ligação com a realidade da mulher brasileira no mercado de trabalho. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: a cultura do machismo empregada em nossa sociedade e a falta de debates sobre esse tema.
Pode-se perceber, portanto, que as raízes históricas e culturais brasileiras dificultam a inserção da mulher no mercado de trabalho, e por mais que a mulher se sobressaia na área ainda é possível perceber os preconceitos contra ela. Entende-se, diante do exposto, a real necessidade de ações de assistência às mulheres e aos movimentos organizados em apoio a elas, sendo assim, são necessárias medidas para alterar esse cenário, é preciso enfatizar a igualdade de gênero, priorizar a educação e apresentar palestras no intuito de amenizar e futuramente, acabar com essa cultura do machismo, e pôr em prática realmente a Constituição Cidadã.