A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 12/07/2020

Desde o século V as mulheres já vem sendo empregadas em um meio majoritariamente familiar, só tendo adentrado no mercado de trabalho na segunda metade do século XVIII com a revolução industrial. Toda a trajetória da mulher no mercado trabalhista foi predominantemente árdua, e mesmo com todo esse esforço ainda existem certas pautas á serem defendidas.

O primeiro fator que deve ser analisado à situação em questão é de que mulheres ganham menos que homens em todos os cargos e áreas, tendo uma disparidade salarial  de cerca de 53%. Outro dado a ser ressaltado é de que mesmo no século XXI mulheres ainda são minorias nos principais cargos de gestão. Essa problemática poderia ser resolvida com a iniciativa popular para promulgar um projeto de nivelação salarial, passando por toda a burocracia dos poderes legislativos e executivos. O projeto teria como objetivo padronizar salários por função exercida e não pela dissemelhança entre gêneros.

O segundo fator importante para a reflexão é de mulheres trabalham 21 horas por semana em casa, e os homens apenas 11 horas. Essa dupla jornada exaustiva impossibilita que mulheres atinjam grande parte de seus objetivos pessoais e profissionais. Este problema pode ser solucionado com pressão popular nos nossos representantes nas Assembleias Legislativas de vários estados, com o intuito de diminuir a carga horaria das mulheres no setor privado.

Podemos concluir que para solucionar as dificuldades nas quais  as mulheres são submetidas é necessário movimentação popular, cobrança dos nossos representantes e muito tempo, para que nossa sociedade se torne mais igualitária e justa para todos os cidadãos.