A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 12/07/2020
Presentemente, é notável a atuação ativa das mulheres no mercado de trabalho e no empreendedorismo, sendo 44% e 46% respectivamente, segundo os dados do Ministério do Trabalho. Apesar de estarem quase 50% ativas no mercado de trabalho, as mulheres ainda passam por muitas dificuldades, entre eles: discriminação, assédio, desigualdade (em relação a jornada de trabalho, promoções e ao salário.), entre outros. Por isso, mudanças devem ocorrer para que esses fatores não ocorram e para que haja igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho.
Muitas vezes, as mulheres são demitidas em tempos de crise pela falsa visão de que os homens seriam os provedores das casas, porém, esse fato acaba se tornando um gigantesco erro. Pesquisas indicam que em cerca de 50% dos lares brasileiros, a mulher é a verdadeira responsável pelo sustento e, quando colocadas para fora do mercado de trabalho, partem para o empreendedorismo, abrindo e comandando seus próprios negócios.
A sociedade atual é resultado de uma sociedade patriarcal, por isso, a maioria das empresas lideradas por homens acabam conservando a visão de que a mulher deve ganhar menos em relação ao homem, além de fazê-las terem uma dificuldade maior na tentativa de conseguirem uma promoção ou um salário igualitário para ambas as partes.
Uma resolução para todas essas dificuldades seria a imposição de leis que estimulassem a igualdade nas empresas e no mercado de trabalho, um exemplo é a proibição por meio da lei (Art. 337-A) do pagamento de salários diferentes para homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo, ou seja, é de demasiada importância que leis sejam impostas, proibindo que essas dificuldades aconteçam, além de imporem consequências mais graves para aqueles que descumpram as leis e façam as mulheres passarem por essas dificuldades.