A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 09/07/2020
O papel ocupado pela mulher no mercado de trabalho nunca foi de tanto destaque, mas ainda não motivos para comemorar. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), elas estão mais presentes nas vagas de emprego, embora ainda abaixo dos homens. O dado é confirmado pelo Ministério do Trabalho no Brasil, que aponta o crescimento da ocupação feminina em postos formais de trabalho de 40,8% em 2007 para 44% em 2016. Apesar do avanço, o dado não condiz com o percentual de mulheres na população brasileira. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), elas já são maioria por aqui, com 51,03%.
Mas mesmo com o aumento do número de mulheres no mercado de trabalho, elas continuam recebendo um salário inferior ao salário de um homem exercendo a mesma função, a mesma profissão que ela, e isto é um fenômeno persistente que não pode ser explicado por disparidades em educação, oportunidades ou pelo fato de ter filhos.
Muita das vezes tem mulher mais capacitada para exercer tal função, tal cargo e a empresa escolhe o homem pelo simples fato de ser homem e sua concorrente ser mulher. A mulher é muito desvalorizada não só no mercado de trabalho, mas também na sociedade em geral, as mulheres na maioria das vezes tem menos direitos que os homens. E isto não só ocorre no Brasil, mas ocorre no mundo inteiro.