A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 12/07/2020
Durante a Segunda Guerra Mundial, muitas mulheres passaram a trabalhar nos campos de batalha como enfermeiras a fim de receber renda extra ou como forma de se sustentar, visto que seus cônjugues estavam ausentes. Desde então, adquiriram espaço no mercado de trabalho como mão de obra secundária - uma ideia ainda perdurante na contemporaneidade.
Contudo, por mais que tenham ido à luta, se manifestado e reivindicado seus direitos, as mulheres ainda enfrentam dificuldades no mundo do trabalho: são mais cobradas do que os homens, recebem salários menores e ocupam menos cargos administrativos ou de liderança.
Em primeiro lugar, garantir a igualdade salarial entre gêneros é um pequeno, mas importante, passo para que as mulheres sejam respeitadas - o que diminuirá os índices de violência doméstica e feminicídio futuramente, formando uma sociedade justa.
Ademais, a cobrança excessiva gera baixa autoestima e ansiedade, o que desencadeia baixa produtividade no ambiente de trabalho. Desse modo, não apenas empresas ficarão prejudicadas - afetando a economia - como também uma grande massa de mulheres adquirirá transtornos.
Em resumo, o caminho para a ascensão feminina tanto social quanto financeiramente ainda não chegou ao seu fim. É de suma importância que autoridades valorizem a mão de obra da mulher e proporcionem a ela condições de trabalho psicologicamente satisfatórias, pondo em prática a igualdade de gêneros.