A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 11/07/2020
Durante muito tempo a mulher vem lutando pelos seus direitos e por um espaço no mercado de trabalho, não ficando nas suas casas apenas cuidando dos seus filhos, mas tentando ter uma vida econômica e social. Em 1970, ocorreu o processo acelerado de industrialização no Brasil e com isso várias mulheres entraram no mercado trabalhista, mas 50% dessa parcela da população ainda prestaria serviço doméstico, até mesmo precários, mostrando que essa parte não possui boas oportunidades no campo profissional. Esse quadro de persistência é fruto da diferença salarial entre gêneros e o machismo persistente na sociedade brasileira.
Com o avanço da luta das mulheres pela igualdade de direitos e oportunidade, uma das grandes questões que aparece foi a diferença salarial entre gêneros, onde mesmo o sexo feminino ocupando os mesmo cargos do masculino este ganha mais do que elas. Segundo o artigo 5.º da consolidação das leis do trabalho (CLT) garante salários iguais, sem distinção de sexo, para trabalhos de igual valor. Diante disso, observamos que esse artigo encontra-se corrompido à medida que vemos a desigualdade em relação ao salário. Sendo assim, é indispensável que isso continue acontecendo e que essa parte da população não desfrute das suas virtudes e deveres.
Se faz de extrema necessidade, ainda, ressaltar o machismo como motivador desse problema, como, por exemplo, a divisão sexual do trabalho onde o homem executa uma ocupação e a mulher outro. Obviamente a impressão que dá é que os dois trabalhos se complementa, mas a realidade é oposta fazendo com que isso gere um certo preconceito em relação a essa separação que compreende que o sexo feminino tem como trabalho algo secundário e a causa disso se reflete na desigualdade do mercado trabalhista, bem como elas formam a parte do emprego mais precário e informal, sendo menos valorizadas pelas grandes empresas.
Portanto, com certeza, medidas são necessárias para resolve esse problema. Dessa maneira, o governo deve criar leis que possibilita a igualdade salarial e a de gênero, estabelecendo multas caso algumas dessas empresas não cumpre ou trate com indiferença parte dessas pessoas. Fazendo com que essa porção da população não se sinta desvalorizada nos seus trabalhos e que ambos os sexos tenham os mesmo direitos e deveres. Dessa forma, o Brasil pode combater essa problemática.