A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 12/07/2020
A introdução da mulher no mercado de trabalho brasileiro se deu com o crescimento da industrialização, que passou a necessitar de uma amplificação da mão de obra servil. Desde esse fato, pôde-se apontar a subvalorização do retrato feminino no meio de trabalho, as quais, só passam a adentra-lo por intermédio de forças maiores. Esse fato pode ser notado na atualidade, atrelado ao preconceito que abstêm da mulher o direito a uma escolha.
Em nossa sociedade pôde-se notar a proliferação de um preconceito que diz respeito a figura feminina. Proveniente de pensamentos como a necessidade, de acordo com fundamentos religiosos, de que a mulher possui a obrigação moral de formar uma família, logo em seguida dar origem a filhos e cuidar de tais, assim como das tarefas domésticas. Esse fundamento tornou a mulher submissa aos afazeres da casa, abdicando de tal o direito a uma escolha. O fato argumentado acima tem resultado no mercado de trabalho, quando tomamos como base a subvalorização da mulher e a priorização da mão de obra masculina atrelada ao estereótipo de que o homem tem como prioridade ser o provedor da família, de acordo com dados concluídos pelo IBGE, 53,8% das mulheres ocupam o grupo de desemprego, os quais embasam o fato de que as mulheres são tomadas como segundo plano quando analisamos o mercado servil.
Em virtude dos fatos mencionados, medidas se tornam necessárias para solver o impasse. Usando como base os dizeres de Heráclito de Éfeso de que nada é permanente, exceto a mudança, tornasse evidente de que medidas podem ser repercutidas para uma maior e mais acessível admissão da figura feminina no mercado de trabalho. Portanto, o governo brasileiro juntamente com grupos de empresários influentes devem promover a criação e repercussão de valores feministas, através das redes sociais, que auxiliaram na maior informação da população e na disseminação da importância feminina para a criação de uma sociedade mais igualitária e justa.