A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 10/07/2020

É de conhecimento geral que empresas tem preferencias por funcionários homens. Existe o fator histórico, sendo este que os homens entraram no mercado de trabalho primeiro. Essa preferencia também acontece por uma série de fatores, seja pela ideia errada de que homens são mais capacitados, seja pelo fato de que são fisicamente mais apropriados para a execução de trabalhos pesados.

Um dos fatores que desvaloriza a mulher no mercado de trabalho é a licença a maternidade, tendo assim que se afastar do trabalho por 120 dias, o quê causa prejuízo para a empresa. Também existe o machismo da sociedade atual, que leva muitos gerentes e donos de empresa (na maioria homens) a acreditarem que as mulheres são menos capacitadas. Em empresas onde o trabalho é prioritariamente braçal (de mármore e granito, por exemplo), há predominância de funcionários homens, já que teoricamente são mais preparados para esse tipo de serviço.

Além disso, na maioria dos lares brasileiros são elas que cuidam das atividades domesticas. Ou seja, elas precisam trabalhar fora para complementar a renda e ainda cuidar da casa e dos filhos do casal. Hoje é comum ver mulheres no mercado de trabalho, mas como tal mercado não as valoriza como merecem, muitas partem para o empreendedorismo, diz a consultora da ONU Mulheres Brasil, Maristella Lanuzzi. O quê não é nada mal, já que assim elas fundam seus próprios negócios e se tornam independentes.

As mulheres devem ser contratadas como qualquer outro funcionário. Para isso é necessário a conscientização das pessoas através de campanhas, feitas  por grandes empresas, para ser exposto que mulheres não são inferiores aos homens e que tem a mesma capacidade de trabalho. Isso contribuiria para abrir a mente das pessoas nesse quesito e diminuiria a diferença entre homens e mulheres no mercado de trabalho. Também deve partir do lar a ajuda do marido e dos filhos com as atividades domesticas.