A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 12/07/2020
Na contemporaneidade, a participação da mulher brasileira no mercado de trabalho tem crescido anualmente. Entretanto, é notável uma dificuldade superior feminina maior que a dos homens para conseguir um emprego bem-sucedido, e isso se dá principalmente pelo contexto histórico desfavorável.
“Nós todos não podemos ser bem-sucedidos quando metade de nós é redita” essa frase dita pela ativista paquistanesa Malala Yousafzai, reflete a realidade da sociedade na qual vivemos. As mulheres ainda ganham menos que os homens para realizar o mesmo tipo de trabalho. E os cargos de chefia com melhores condições laborais são destinados aos homens. Diante disso, essa realidade constitui um impasse a ser corrigido não só pelas instituições governamentais, mas também pela sociedade brasileira.
Ademais, é importante ressaltar as dificuldades das mulheres de ingressar no mercado de trabalho com a sua dupla jornada, causada pelo desequilíbrio na repartição de tarefas, onde devido ao patriarcalismo, durante séculos da história brasileira, as mulheres eram responsáveis somente pelos afazeres domésticos, sendo o homem considerado o “ provedor do lar “. Contudo o ideal e o empoderamento feminino, frente aos ditames patriarcais, foi precursor para a conquista de direitos trabalhistas da mulher, no Brasil e no mundo.
Entende-se, portanto, que as mulheres, por intermédio das redes sociais, devem realizar movimentos feministas, por meio do compartilhamento de imagens, vídeos e textos, a fim de reduzir o machismo e a supremacia masculina da população. Em conjunto cabe ao Poder legislativo, junto com o Ministério de trabalho colocar em vigor uma maior fiscalização das leis, em que a uma problemática quando se trata de controle das leis dentro das industrias e outros. Dessa forma, o Brasil poderia superar a desproporção dessa conjuntura.