A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 10/07/2020
Em um passado não muito remoto, as mulheres viviam em casa, somente para um universo de trabalhos domésticos, ensinadas desde cedo para a submissão aos homens. Essa cultura arcaica prevalece nos dias atuais, pois a sociedade ainda tenta esculpir o que é a figura feminina e masculina. Desde sempre os pais, as escolas e a sociedade de uma forma geral, educam as meninas para se comportar de uma maneira e os meninos, de outra. Este quadro não é diferente nas empresas, já que o ambiente de trabalho nas empresas nos séculos passados era somente para homens, e as mulheres eram desencorajadas e até mesmo impedidas de ingressar no mercado de trabalho.
Na série “O Mundo Sombrio de Sabrina”, a meia bruxa da família Spellman desafia o seu par romântico Nick numa competição nunca realizada: a disputa pela liderança da Academia de Artes Ocultas entre um homem e uma mulher, prática deplorável pelo padre Blackwood. Nesse sentido, a igualdade feminina em cargos atuais é posta em prejuízo no Brasil, visto que essa é a construção da mulher brasileira no mercado de trabalho. Dessa forma, a incompatibilidade salarial é fruto de um “culto” ao machismo estrutural, bem como da falta de apoio às manifestações sociais aplicadas.
Em todas as áreas de trabalho não há quem não conheça uma história de assédio, seja vivida por si mesma ou por alguma amiga. Histórias que vão desde cantadas, convites para sair, piadas de mal gosto, presentes inoportunos e até contatos físicos forçados. Muitas vezes, o assédio vem acompanhado de ameaças de demissão ou promessas de promoção.
Para que essa desigualdade acabe é necessário a quebra do paradigma de que a mulher é inferior, ter a educação como fonte de conhecimento, a mulher investir em capacitação para competir em situação de igualdade com qualquer outra pessoa e também garantir as leis de amparo à mulher.