A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 12/07/2020
É correto afirmar que desde os tempos medievais, a sociedade segue um padrão patriarcal, onde a mulher sempre teve o “dever” de submissão, cuidados com família e trabalhos domésticos. A partir do século XX, houve a inserção das mesmas no mercado de trabalho, onde a população se viu com a necessidade de mão de obra na Primeira e na Segunda Guerra Mundial. Contudo, esse pensamento medieval ainda se encontra presente nos dias de hoje.
Apesar de seus 500 anos de avanço, no Brasil, as mulheres ainda sofrem reflexo desse patriarcado, principalmente no mercado de trabalho.De acordo com pesquisas da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o rendimento per capito médio de uma mulher é de R$1.392 e dos homens é de R$1.884, sendo que, 20,4% das mulheres tem ensino superior completo, enquanto os homens têm apenas 12,1%. Isso só reforça a ideia de desigualdade no mercado.
Uma das grandes causas desse problema, é a alienação social de acreditar que é dever das mulheres ter como prioridade cuidar do lar e dos filhos, mas a realidade é bem diferente, pois muitas delas buscam autonomia e independência pessoal.
Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada. Desta forma, o ministro da educação deve agir nas escolas por meio de projetos e palestras para que as crianças desde cedo aprendam que deve existir a igualdade de gênero no mercado de trabalho. Além disso, o CENP (Concelho Executivo de Normas Padrão) deve promover propagandas publicitárias que visam à conscientização da sociedade brasileira. Assim, o Brasil poderia superar essa exclusão.