A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 10/07/2020

Durante muito tempo o papel da mulher na sociedade era limitado, suas funções eram ligadas aos cuidados de casa e da sua família, tendo o homem como responsável pelo sustento da casa, com a imagem das funções e obrigações da figura feminina empregados pela população, os julgamentos e as diferenças presentes entre o homem e a mulher no mercado de trabalho existem até hoje no cotidiano das cidadãs.

A situação da mulher no ramo começou a mudar a partir da Revolução Industrial, onde a necessidade de mão de obra ficou maior e a presença feminina no mercado de trabalho passou a aumentar, porém as responsabilidades domésticas e familiares não deixaram de ser impostas, fazendo com que carreguem um peso nas costas de ser uma esposa boa, uma mãe presente e uma ótima profissional. No filme “Um senhor estagiário”, conta a história de uma mulher chamada Jules que é dona de uma empresa online de sucesso, e no decorrer da narrativa podemos ver que a vida da personagem é repleta de grandes responsabilidades na empresa e em casa, ela tenta manter o seu casamento, seu trabalho e uma boa educação para sua filha.

De acordo com o artigo 461 da CLT, os salários devem ter o seu valor igualitário se conterem, a mesma função no mesmo local, ou seja sem “…distinção de sexo, nacionalidade ou idade”, e mesmo que a lei pregue esses direitos, as mulheres continuam recebendo menos que os homens. Em uma pesquisa do G1, avaliando a diferença de salário de 8 funções entre os sexos, onde vemos essa assimetria salarial, e o resultado com maior desigualdade foi no cargo de consultor, em que o gênero masculino chega a receber 62,5% a mais que o feminino.

Levando-se em consideração esses aspectos, a igualdade de tratamento e salário devem ser empostas para serem realizadas, pois isto é obrigatório de acordo com a lei no Brasil, e como consequência para empresas que não cumprirem com as ordens devem ser penalizadas pagando uma multa.