A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 11/07/2020

Hodiernamente, essa descriminação das mulheres brasileiras no mercado de trabalho impossibilita que exista uma igualdade trabalhista de gêneros e impossibilita também um cumprimento dos direitos que confere igualdade a todos, segundo a declaração dos direitos humanos.

Se torna importante lembrar que esse preconceito entre gêneros é uma herança de uma sociedade machista que se tornou um impulsionador para tal problema. Um dos fatores que mais influenciam para essa desigualdade é a educação e, segundo o ministério do trabalho, aumentou um pouco mais de 3% o número de mulheres no ramo trabalhista no período de 2006 até 2016. Diante disso, se torna inaceitável que em um intervalo de dez anos, apenas 3% dessa população feminina tenha se engajado em empregos com carteira assinada. De acordo com um sociólogo, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI.

Dado o exposto, é muito importante que a sociedade não se acomode e não se cale diante dessa enorme diferença trabalhista entre homens e mulheres. Desse modo, surge um necessidade da população em que é necessário que o governo federal coloque em prática o direito a igualdade de gênero, e obrigue de forma rígida as empresas a cumprir tal direito, sem descriminação principalmente com as mulheres. Sendo assim, o país viveria tempos mais justos e igualitários.