A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 11/07/2020
O universo das mulheres passou por muitas transformações nos últimos 50 anos. Em 1960, a maioria das mulheres era dona de casa, enquanto os homens saíam à procura de empregos. Muitas vezes as mulheres que não trabalhavam tinham uma desvantagem política em relação aos homens, pois seu voto não era obrigatório e sim voluntário.
A partir do desenvolvimento da indústria que a situação começou a mudar. Com a procura de mão de obra, as indústrias começaram a priorizar o trabalho feminino por receberem salários mais baixos. Com o passar dos anos a proporção de mulheres no mercado de trabalho aumentou. Pode-se afirmar que houve um avanço, apesar da desigualdade salarial.
A participação das mulheres no mercado de trabalho está em crescimento contínuo. Segundo o Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS) e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) as mulheres ocupam 43% das vagas de emprego no Brasil, mas apenas 19% são de cargos de alto escalão. Segundo o IBGE, as mulheres ganham em média, 20,5% menos que os homens, desempenhando a mesma função. Além da jornada diária, na maioria das vezes, elas ficam responsáveis pelas tarefas de casa e dedicar seu tempo aos filhos.
Em síntese, é notório que mudanças são necessárias nas condições de trabalho. As mulheres devem continuar recebendo suas certificações necessárias, para que no decorrer dos tempos uma sociedade igualitária que forneça os mesmos valores em ambos gêneros possam ser formada. Também são necessárias possibilidades de disputa de vagas de emprego em condições iguais com a mesma faixa salarial.