A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 12/07/2020

A participação da mulher no mercado de trabalho aumentou com o passar dos anos. Contudo, nem sempre foi assim, nos anos de 1950 menos de 14% das mulheres tinham empregos, no mesmo período, o índice dos homens se aproximava dos 90%. De acordo com o IBGE, a proporção de mulheres com carteira de trabalho assinada aumentou de 32,7% em 2000 para 39,8% em 2010. Diante disso, não se pode negar que houve um crescimento significativo, apesar da imensa desigualdade salarial e baixa qualidade de trabalho. Entretanto, ainda segundo o IBGE, as mulheres trabalham aproximadamente três horas a mais por semana do que os homens, sem contar a jornada dupla, a qual após chegar do trabalho vai cuidar dos filhos e da casa.

Enquanto um homem ganha, em média, R$2.306 reais, as mulheres recebem R$1.764 reais,  ou seja, a presença masculina em cargos de liderança é maior. Apenas 41,8% dos cargos gerenciais são ocupados por elas. São perceptíveis as extraordinárias qualidades do gênero feminino, dentre elas a capacidade de serem profissionais altamente organizadas e dedicadas, ajudando então a empresa a conquistar resultados positivos.

No entanto, a história das mulheres no ambiente de trabalho vem sendo escrita e desenvolvida a muitos anos. Infelizmente, nos tempos atuais, a discriminação, preconceito e desvalorização do gênero feminino ainda é um assunto a ser refletido por diversas pessoas. Contudo,  continuam buscando igualdade social e salarial, não só no ambiente trabalhista, mas também em seu cotidiano.