A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 11/07/2020

Indubitavelmente seria desejável que a mulher brasileira tivesse a mesma valorização que o homem no mercado de trabalho.Entretanto,em pleno século XXI, ainda existe uma desigualdade significante entre ambos.Isso se deve a fatores como a negligência do governo em implementar políticas trabalhistas de igualdade salarial,bem como, o assédio moral que sofrem no ambiente de trabalho.

Inicialmente,é notório que o governo brasileiro não se importa em encaixar essas mulheres no mercado de trabalho.Segundo o Instituto Brasileiro de Coaching (IBC), na Islândia a partir de 2018,o país foi o primeiro a tornar a igualdade salarial obrigatória e os empregadores que não cumprirem com a lei serão multados.No entanto,essa é uma realidade distante da existente no Brasil, o que é inaceitável, por ser um país signatório da Declaração dos Direitos Humanos, simbolo de luta por igualdade, o Estado não garantir igualdade salarial entre homens e mulheres.

Além disso, entre vários desafios enfrentados pela mulher contemporânea,esta a figura do assédio moral que sofrem no próprio ambiente de trabalho.Decerto,isso se relaciona a uma nociva situação de instabilidade profissional e psicológica,de acordo com o site Jus.com.br e uma herança da estrutura patriarcal oriunda da Roma Antiga,ou seja, o poder masculino centrado na figura do homem.É pois, incoerente que, na atualidade isso continue a acontecer.

Dessa forma, é evidente que medidas precisão ser tomadas.Portanto, urge que o Poder Legislativo brasileiro crie uma lei semelhante a da Islândia , assim, aplicar multas para aqueles empregadores que não cumprirem a mesma, com o fito de fazer com que haja um país mais igualitário, da mesma forma, que irá colocar em pratica a Declaração dos Direitos Humanos.Ademais, também é uma forma de superar a desproporção dessa conjuntura.