A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 12/07/2020

O ingressamento da mulher no mercado de trabalho se tornou algo comum de ver atualmente, entretanto a mulher só foi começar a trabalhar na metade do século XVIII, quando ocorreu a revolução industrial e consequentemente houve a necessidade de mão de obra. No Brasil há um número considerável de mulheres empregadas, o problema é que muitas destas são impossibilitadas de ocupar grandes cargos nas empresas e de possuir um salário igualitário a de um homem.

A sociedade tem uma falsa visão de que o homem é o responsável pela casa, por conta disso as empresas optam por demitir mulheres antes de qualquer homem e a pagar um salário menor, isto acaba virando um problema porque muitas vezes elas precisam dos empregos e do dinheiro para sustentar sua casa. De acordo com a consultora Maristella Lanuzzi da ONU Mulheres Brasil, encontram-se pesquisas indicando que 50% dos lares brasileiros é a mulher que é responsável pelo sustento. Essa falsa visão é responsável também pela desvalorização do trabalho da mulher, fazendo com que as empresas contratem mais homens do que mulheres, e as que forem contratadas irão ter que conciliar o tempo de trabalho com as atividades domesticas, que acabam assumindo por conta das restrições sofridas.

Infelizmente a cultura machista enraizada no brasileiro impede que essa desvalorização seja resolvida de imediato, devido a diversos contextos históricos, hoje, muitas pessoas acham que as mulheres não são aptas para algumas profissões. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) cerca de 53% da população brasileira é formadas por mulheres em idade economicamente ativa, porém menos de 45% dos postos são ocupados por elas e mesmo com uma taxa de escolaridade superior que a dos homens. Todavia essa cultura machista vai além que estatísticas, ela está na cabeça do brasileiro.

Portanto mediante, aos argumentos supracitados, fica evidente que medidas são necessárias para resolver os impasses. Sendo assim, para evitar a desigualdade de direitos entre homens e mulheres é admissível imediatamente a elaboração de leis mais eficazes pelo Estado, como a proibição da demissão de mulheres por nenhuma justificativa cabível. Já que muitas delas são demitidas das organizações na volta da licença-maternidade. Tendo em vista o problema da cultura machista e a desvalorização do trabalho da mulher dentro da sociedade e nas empresas, a implementação da diversificação será de bom agrado, gerando valorização do seus serviços, aberturas de novas oportunidade igualitária quebrando o pensamento onde só o homem pode ocupar um cargo elevado e um salário compatível.