A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 12/07/2020
As mulheres desempenham um grande papel em nossas casas e em nossos trabalhos, cuidando e dando novas ideias, mas nem sempre tiveram o devido reconhecimento que merecem. Ouve uma época quando as mulheres não podiam nem usar a mesma sala de aula dos homens, não podiam nem pensar em ir para a cidade grande e trabalhar.
Elas ficavam em casa cuidando dos filhos, em quanto o marido ia para a cidade e trazia o “sustento da casa”. Os maridos nunca perceberam que o verdadeiro sustento estava lá, na casa deles, cuidando dos filhos, varrendo o chão, passando roupa e fazendo comida para todos. Por muito tempo a mulher foi tratada assim, como uma domestica.
Mas isso não acontece mais hoje em dia, hoje as mulheres podem fazer o que quiser, serem quem quiserem ser, sem serem taxadas ou obrigadas a fazerem algo. É ingênuo quem pensa assim, quem acha que a mulher está livre, que não a preconceito, hostilidade e discriminação, porque mesmo nos dias de hoje ainda há. Uma maneira de resolver isso é ouvir mais uma mulher
Porque é parando e ouvindo, que podemos ver se ela têm uma boa ideia, se ela quer ou não ter filhos, se ela quer ter uma marido, uma família, morar sozinha talvez. Do mesmo jeito que sempre fizemos, com homens, com crianças. Parar, ouvir, refletir e aceitar. É assim que nós vamos fazer da sociedade um lugar mais igualitário e justo para todos.
“A força contida no grito dos trabalhadores e de suas mulheres, é mais forte que as algemas da injustiça do capital.” Luís Fernando Lima, percebam o uso da palavra “grito” na frase de Luís Fernando, porque gritar, falar alto, porque mesmo hoje quando uma mulher fala não é levada a sério, então parte daí a necessidade de GRITAR.
Quando uma mulher não tiver mais que gritar para ser ouvida, quando um mulher não tiver mais que fazer barulho para ser ouvida, nesse dia, justamente nesse dia, a mulher será livre para ser quem quiser ser, porque é parando, ouvindo, refletindo e aceitando que vamos alcançar a igualdade.