A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 12/07/2020
O livro O cidadão de Papel, de Gilberto Dimenstein, propõe tirar o automatismo do olhar e enxergar as mazelas que afligem o Brasil contemporâneo. Nessa perspectiva, é necessário entender que a desigualdade de gênero afeta a sociedade como um todo. Assim, seja pelo fato das mulheres serem menos valorizadas no mercado de trabalho, tendo seu salário reduzido, seja pelo preconceito, onde o homem pensa que somente a mulher deve realizar trabalhos domésticos, o problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgente.
Em primeiro plano, vale ressaltar que um dos principais males é a desvalorização da mulher no mercado trabalhista. Isso ocorre, pois vem de um processo cultural construído ao longo da história, onde a mulher na época cuidava de sua casa enquanto seu marido trabalhava. Sendo assim, é necessário que medidas sejam tomadas para reverter esse quadro.
Em segundo lugar,destaca-se que o sexo feminino tem que conciliar o trabalho doméstico com o profissional e isso gera uma sobrecarga. Embora elas tenham entrado no mercado de trabalho, persiste na sociedade uma visão machista de que a limpeza e organização da casa deve ser de responsabilidade da esposa.Com isso, há uma maior dificuldade de a figura feminina progredir no mercado de trabalho.
Levando esses aspectos em consideração, deve ser feito medidas para reverter esse quadro com urgência. Desse modo o Governo deve, por meio de campanhas, anúncios, propagandas, programas de tv, novelas, eventos públicos promover uma conscientização de igualdade salarial, para tornar uma sociedade mais igualitária. Em vista disso, o país se torna mais justo.