A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 12/07/2020

Apesar da Constituição Cidadã que foi criada em 1988, ainda existe as diferenças e preconceitos contra a mulher brasileira, principalmente no mercado de trabalho, onde apesar de ser muito comum ver mulheres trabalhando hoje em dia, as dificuldade e os desprezos que elas sofrem persistem nessa sociedade arcaica.

Por certo, as mulheres sofrem esse preconceito a longo prazo, pois suas funções antigamente se limitavam a cuidar da casa, do marido e dos filhos. Mas, este fato começou a ter mudança a partir da segunda metade do século XVIII com a Revolução Industrial, onde as mulheres começaram a ajudar nas indústrias, como mão-de-obra barata, e isto inseriu definitivamente a mulher na dinâmica produtiva. Porém, de acordo com o site Brasil Escola, as mulheres continuam sendo inferiores ganhando em média 30% a menos que seus colegas do sexo masculino.

Da mesma forma como vivem hoje em dia, onde apesar da diferença salarial entre homens e mulheres ter diminuído, ainda existe descriminação nessa sociedade patriarcal, em que a população machista pensa que só os homens devem suprir a casa e o meio onde vivem. Pesquisas afirmam que as mulheres se sobressaem mais que os homens no mercado de trabalho, entretanto, por causa do preconceito de gênero, as mulheres podem estar exercendo a mesma função do homem, mas, o mesmo ainda ganha o salário maior.

Em suma, torna-se evidente, que, apesar da mulher brasileira se sobressair no mercado de trabalho, ainda existem preconceitos contra ela. Desse modo, cabe à sociedade civil, dar total apoio às mulheres e aos movimentos que protegem as mesmas e que defendem os seus direitos, expondo a postura machista da sociedade. Além disso, passa a ser a função das instituições de educação promover aulas de Sociologia e História, que enfatizam a igualdade de gênero, por meio de palestras, materiais históricos, com o intuito de amenizar e, futuramente, acabar com o patriarcalismo.