A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 12/07/2020

Hoje, é normal ver as mulheres no mercado de trabalho, mas nem sempre foi assim, pois, para chegar onde elas estão foi necessário muita luta.

Durante muito tempo, suas funções se limitavam a cuidar da casa, do marido e dos filhos. Afinal, o homem devia atuar como provedor do lar. Esse cenário começou a mudar, sobretudo, a partir da segunda metade do século 18, com a Revolução Industrial. Na medida em que as indústrias se fortaleciam, a necessidade de mão de obra aumentava e naquela época, o valor pago pelo trabalho feminino já era inferior.

Foi mesmo a partir dos anos 1970 que elas começaram, de fato, a ocupar outros espaços fora das casas. Isso porque passaram a exercer funções consideradas um pouco mais relevantes pela sociedade, como de costureiras, professoras ou funcionárias do comércio.

Dados do IBGE mostram que, em 1950, apenas 13,6% das mulheres eram ativas. No mesmo período, o índice dos homens chegava a 80,8%. Sessenta anos depois, os dados de 2010 mostraram que a participação feminina triplicou, passando para 49,9%. Os homens, por outro lado, o dado caiu para 67,1%. Ao longo dos anos, foi possível perceber sinais de progresso em termos de igualdade de gênero no mercado de trabalho. Ainda assim, permanece uma grande diferença entre homens e mulheres em termos de oportunidade e qualidade de emprego.

Para ter uma melhor igualdade das mulheres no mercado de trabalho cabe a todos mudar a consciência dentro do ambiente de trabalho, ou seja, dar as mulheres promoções, garantir um serviço digno e claro, com igualdade.