A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 12/07/2020

Apesar desse crescimento, uma parte das mulheres ainda tem que passar por dificuldades que muitos homens não encontram, tais como o equilíbrio entre atividades domesticas versus o emprego fora de casa e  a diferença salarial. Mesmo com desafios maiores, grande parte delas batalha diariamente para manter ou até mesmo criar seu espaço nas empresas.

A Constituição de 1988 assegura a todas os indivíduos o direito á igualdade de gênero. Entretanto na prática tal garantia é deturpada, visto que há uma desvalorização da mulher no mercado de trabalho. Esse cenário nefasto ocorre não só devido á diferença salarial entre homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo, mas também, devido á dupla jornada do trabalho feminino. Logo, faz-se imperiosa a análise dessa conjuntura, com o intuito de mitigar os entraves para a consolidação dos direitos.

Em primeiro plano, vale ressaltar que um dos principais males desse problema é o fato de muitas mulheres serem monetariamente subestimadas. Isso ocorre, pois ainda há um grande preconceito como trabalho feminino, algumas pessoas acredita, que a mulher produz menos que o homem no ambiente de trabalho. Essa realidade tem raízes históricas, visto que já era uma prática  comum a disparidade salarial entre homens e mulheres desde a época da Primeira Revolução Industrial. Sendo assim, é necessário que medidas sejam tomadas para reverter esse quadro.

Em segundo lugar, destaca-se que o sexo feminino tem que conciliar o trabalho doméstico com o profissional e isso gera uma sobrecarga. Embora elas tenham entrado no mercado de trabalho, persiste na sociedade uma visão machista de que a limpeza e organização da casa deve ser de responsabilidade da esposa. Com isso, há uma maior dificuldade de  a figura feminina progredir no mercado de trabalho.