A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 13/07/2020
Ao longo dos anos a figura feminina vem ganhado cada vez mais espaço no mercado de trabalho no brasil. É inegável que a alguns anos atrás as mulheres não tinham voz e muito menos participação em vários cenários da nossa sociedade, como por exemplo: a política e uma parte das grandes empresas. A baixa quantidade de mulheres no mercado de trabalho brasileiro é um problema, e a sociedade deve lutar de imediato para que a integração de ambos os gêneros seja igualitária.
Em 1948, a ONU (Organização das Nações Unidas) promulgou a todos os indivíduos o direito à igualdade de gênero e ao bem-estar social, porém é impossível garantir que todos sigam essa declaração. Uma constatação recorrente é a de que, independente do gênero, a pessoa com maior nível de escolaridade tem mais chances e oportunidades de inclusão no mercado de trabalho.
Contudo, ainda não foram superadas as dificuldades encontradas pelas trabalhadoras no acesso a cargos de chefia, sendo a maior parte deles ocupados por homens, um dos fatores para a conservação desse quadro desigual envolve aspectos históricos, culturais e sociais. As mulheres continuam sendo as principais responsáveis pelas tarefas domésticas, o que acaba influenciando no problema real da rejeição no mercado de trabalho ao gênero feminino, que lida com responsabilidades familiares, como por exemplo: filhos e dependentes.
Portanto, é óbvio que é necessário tomar medidas para resolver o problema. Nesse sentido, cabe à sociedade, em conjunto com empresas do setor privado, buscar maneiras de entender a importância das mulheres no ambiente de trabalho por meio de debates e palestras sobre esse tema sendo lideradas por representantes feministas e mulheres com experiência em solucionar casos de desigualdade. Alternativas para a diminuição do que separa homens e mulheres no trabalho pode se considerar obrigação do governo a abertura de vagas e ampliação do número de pré-escolas, creches e escolas de tempo integral.