A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 13/07/2020

Em relação ao cenário da mulher brasileira no mercado de trabalho, concluímos que a situação é bem inferior à situação masculina no mesmo contexto. Uma prova disso: Segundo o IBGE, mais de 49,9% das mulheres brasileiras são empregadas, o que mostra um aumento desde os anos 50, onde menos de 14% das mulheres tinham um emprego fichado. Em contrapartida, 67,1% dos homens são empregados atualmente (número que diminuiu desde os anos 50, onde 80,8% eram os que tinham emprego).

Essa desigualdade acontece por causa do machismo presente na sociedade. O pensamento supõe que as mulheres são menos capacitadas do que os homens para ocuparem cargos corporativos, o que faz com que as mulheres que buscam um emprego trabalhem mais ainda que os homens, se levarmos em consideração o trabalho doméstico (que é predominantemente maior entre o sexo feminino).

Aliado a isso, também temos um problema com o salário. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2015, realizada pelo IBGE, a média de salário masculino era de R$ 2.012, enquanto a mulher tinha média salarial de R$ 1.522.

Contudo, a imposição da mulher no ambiente de trabalho é essencial para demonstrar que ela merece ocupar um cargo superior, que não foi dado a ela devido ás questões machistas. Porém, segundo Marie Curie, “você não pode esperar construir um mundo melhor sem melhorar os indivíduos. Para esse fim, cada um de nós deve trabalhar por sua própria melhoria e, ao mesmo tempo, compartilhar uma responsabilidade geral para com toda a humanidade, sendo nosso dever específico ajudar aqueles a quem achamos que podemos ser mais úteis”. Portanto, precisamos começar a questionar  os nossos pensamentos em relação ao machismo, nos colocarmos no lugar da mulher, e, claro, usar a educação como instrumento de libertação. Aí sim teremos um mundo mais democrático e com direitos de participação na sociedade iguais aos homens e mulheres.