A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 12/07/2020

De acordo com dados de 2017 do IBGE, o Brasil apresenta aproximadamente 40 milhões de trabalhadoras, correspondendo a 41% da quantidade total de trabalhadores. Isso mostra que, a quantidade de homens no mercado de trabalho e quase 60% maior que o das mulheres.

O motivo dessa diferença são diversos, como por exemplo a desigualdade referente as relações de gênero. Observando dados feitos pela Seade – Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados, do governo do Estado de São Paulo – com relação ao desemprego feminino na região metropolitana de São paulo, vê-se que, em 1985, essa taxa era de 15,5% para mulheres e 10,1% para homens, ampliando em 2000 para 20,9% para mulheres e 15% para homens, retira-se de conclusão então que, na região metropolitana de São paulo, uma em cada cinco mulheres se encontrava desempregada.

Essa carência na participação feminina no mercado de trabalho não só deve a fatores como a desigualdade de gênero, mas à entrada tardia da mulher na industria. É apenas após as Guerras mundiais que as mulheres começaram a se integrar no mercado de trabalho, aonde os homens iam para à guerra como soldados, e as mulheres trabalhavam nas empresas, assumindo também as empresas e negócios de suas famílias, e cuidado dos filhos e da casa.

A influência das mulheres no mercado de trabalho vem ganhando seu espaço, com uma maior participação e crescimento. Ao passar do tempo, o esteriótipo da mulher dona de casa será perdido e haverá maior influência feminina não só no mercado de trabalho, mas culturalmente e socialmente.