A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 12/07/2020

Não é de surpreender de que o mercado de trabalho brasileiro desvaloriza o trabalho feminino. Uma prova disso é que por muitas vezes o salário de mulheres tende a ser menor que o dos homens mesmo por vezes trabalhando mais, além de geralmente serem as primeiras a serem dispensadas do cargo de trabalhadora em tempos de crise, isso torna o mercado de trabalho do Brasil machista por mais que a diferença de mulheres(48,5%) pra homens(51,5%) no mercado não seja tão grande.

De acordo com estudos, para uma mulher receber o mesmo salário recebido pelos homens ela deve ter no mínimo 4 anos a mais de estudo, tal discrepância é preocupante pois o motivo causador disso é que o trabalho das mulheres e tido como secundário pois na cultura brasileira as mulheres são vistas como donas de casa, ou seja, o principal trabalho das mulheres é o domestico, isso torna a mão de obra das mulheres mais barata pois na vista dos donos de empresas não é necessário a mulher ter um salário maior pois o objetivo da mulher e cuidar da casa e o do homem é trazer o sustento necessário.

Outro motivo já citado anteriormente, esse sendo o maior causador de desigualdade no mercado, é o trabalho da mulher ser considerado secundário. Essa cultura vem de antes das mulheres entrarem no mercado, antes disso elas eram as que cuidavam da família enquanto o homem trazia o sustento necessário, um fator que prorrogou essa ideologia é que as mulheres entraram no mercado tardiamente, a maior exposição a essa ideia apenas aumentou a permanência da mesma.

Com isso em mente se torna óbvio o que deve ser feito de imediato. Sendo isso a eliminação da ideia de que o trabalho da mulher é secundário, isso pode ser feito por meio por meio do ensino, desde cedo se ensinaria a igualdade entre homem e mulher independente do meio que se encontre, ou até por meio de propagandas feitas pelo governo para promover a igualdade.