A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 13/07/2020

Não é nenhuma novidade que as mulheres são representadas como menos aptas para qualquer tipo de trabalho, principalmente braçal, no Brasil. Um grande exemplo dessa discriminação é retratado na série “Anne with an E” que se passa em 1908, onde dois irmãos decidem adotar um menino para ajudar na lavoura da fazenda deles, mas por uma surpresa inesperada, vem uma menina por engano, assim, decidem rapidamente devolver ela para o orfanato, a declarando como inapta para tal função por conta de seu gênero.

De acordo com a Constituição Federal, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. As mulheres, a poucas décadas atrás, serviam apenas para cuidar da casa do homem e de seus filhos, houve um tempo que elas não podiam nem sair de casa sem estar acompanhada de alguém do sexo oposto. Contudo, ao chegar da Revolução Industrial, as mulheres começaram a trabalhar na mão-de-obra e obtiveram uma papel no setor trabalhista. Ainda sim, seu salário era muito menor do que o dos homens.

Diante dos fatos, não se pode deixar de lado o enorme machismo que a na escolha de um funcionário por exemplo. Já foi feito pesquisas, que afirmavam que mulheres se apresentam muito mais eficientes que os homens em grande parte das áreas, mesmo assim, se mantém esse enorme preconceito referente a ela, pois elas ainda, por muitos homens, são consideradas inferiores no mercado de trabalho.

Perante todos os pontos discutidos, levando em conta a mulher no mercado de trabalho, as escolas, em parceria com o ministério da educação(MEC), devem implementar palestrar para educar os mais jovens nas instituições escolares, para que no futuro saibam não discriminar as pessoas independentemente de seu gênero, para que aja igualdade para as mulheres no mercado de trabalho.