A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 13/07/2020
É de conhecimento geral que a ocupação da mulher no mercado de trabalho cresceu , mas que algumas desigualdades entre mulheres e homens ainda existem . Esse lugar dessa sociedade não foi de graça , pois como vemos na maior parte do século XIX a luta das mulheres contra a discriminação foi constante, sendo esta luta feita em sua maioria a partir de movimentos nas ruas tendo objetivo de reinvindicar os seus direitos. Naquela época ,os lugares ocupados pelas mulheres eram pouco prestigiados , portanto foi neste momento que teve-se o início de tal discriminação , sendo que esta persiste até os dias de hoje . Portanto este é um problema que deve ser excluído ou reduzido , tendo como liderança neste combate, os orgões públicos juntamente a mulher.
Antigamente, na década de 1940, quando a mulher era viúva , ela tinha de arrumar um trabalho para se sustentar , pois como não havia a presença do marido que na maioria das vezes era o sustentador da casa ela tinha de fazer isso, porém a atividades exercidas por elas eram malvistas na sociedade brasileira . Por outro lado com o desenvolvimento da indústria ,as mulheres começaram a trabalhar nas indústrias também, mas temos neste momento um aproveitamento por parte dos chefes das indústrias , sendo esse um salário menor a ser pago as mulheres .Logo, a procura por mão de obra feminina aumentou , visto que recebiam salários mais baixos, o setor industrial começou a priorizá-las.
Além disso ,uma um pesquisa do IBGE , mostra que 14 % das mulheres na década de 1950 tinham emprego , entretanto de acordo com o último censo , em 2010, esse número subiu para quase 50%. No entanto, a quantidade de mulheres empregadas ainda é bem menor quando comparada aos homens. Passou de 80% em 1950 para 67% em 2010. Ainda convém lembrar das jornadas duplas , que segundo os dados do IBGE , as mulheres gastam o dobro de tempo, em média, por semana em atividades domésticas do que os homens, ou seja , ao chegarem do trabalho ainda precisam cuidar do filho , lavar roupa , limpar casa e etc.
Tendo isso em vista , tem-se como tentativa de reduzir essa desigualdade ,um aumento no salário das mulheres entre 1995 e 2007 , diz ONU ,que reduziu a desigualdade salarial em 9%. No Brasil teve também a criação da Lei das Domésticas possibilitando a regularização do trabalho doméstico. A Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas vem se esforçando ao decorrer dos anos para tal redução e como resultado se teve sucessivas reformas legais que priorizam a profissão além disso os órgãos públicos ,entre 2001 e 2009, abriram 17 milhões de vagas de empregos formais para as mulheres, sendo 10 milhões ocupados com carteira assinada.