A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 23/07/2020

A entrada da mulher no mercado de trabalho ocorreu com a 1ª e 2ª guerra mundial, onde os homens iam para o campo de batalha e por isso as mulheres assumiam os negócios da família. Contudo, anos após, com  a ascensão da luta pelos direitos e possibilidades de mesma igualdade entre gêneros, uma das principais pautas que ainda persiste é a desigualdade salarial que ocorre entre homens e mulheres, alimentando os estereótipos de gênero.

De acordo com o estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), pessoas do sexo feminino chegam a receber 20,5% a menos que os homens, o que mostra que ainda no século XXI as diferenças salariais entre sexos duram. Além disso, mulheres ainda tem de lidar com a dupla jornada, visto que de acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socieconômicos, elas despendem 95% de tempo a mais que homens nas tarefas de casa, como criação de filhos e outros afazeres domésticos.

Consequentemente, isso reforça a ideia do estereótipo feminino e isso, apesar de algumas pessoas considerarem como trivial, tem consequências muito prejudiciais para as meninas desde muito cedo, pois reduz suas ambições e limita suas opções profissionais, como diz o estudo realizado pela Universidade Jonh Hopkins em conjunto com a OMS.

Em síntese dos fatos, vê-se a necessidade de fiscalização constante em empresas, indústrias e demais locais de trabalho, esta que seria feita pelo Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, conjuntamente com as Secretarias das  Mulheres, por meio de implantação de fiscalização e imposição de multa em locais que ocorre esta discriminação. Por consequência, a diferença salarial viria a cair ano após ano por conta das medidas tomadas, assim os estereótipos tenderiam a desaparecer.