A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 23/07/2020

A mulher brasileira no mercado de trabalho

Publicada pela ONU, Organização das Nações Unidas, em 1948, a declaração dos direitos humanos assegura a todos o direito à igualdade de gênero e ao bem-estar social. No entanto, as poucas oportunidades das mulheres brasileiras no mercado de trabalho impossibilitam que essa parcela da população desfrute deste direito. Nesse sentido, essas dificuldades devem ser solucionadas imediatamente para que uma sociedade integralizada seja elaborada.

A educação é o fator mais importante para a evolução de um país. Atualmente, ocupando o nono lugar na economia mundial, seria coerente acreditar que o Brasil possui um sistema de ensino eficaz. Apesar disso, a realidade é justamente o contrário e o resultado desse contraste é evidentemente perceptivo nas desigualdades de oportunidades no mercado de trabalho. Segundo o ministério do trabalho, sucedeu-se um aumento de aproximadamente 3,2% do número de mulheres no campo de trabalho do ano de 2007 até 2016. Diante disso, é inconcebível que em um período desses, apenas uma breve parcela dessa população tenha aderido aos empregos formais.

Contudo, ainda é importante salientar a herança de uma sociedade machista como agentes destas desigualdades. De acordo com o sociólogo polonês, Zygmunt Gaiman, a inconsistência nas relações sociais, políticas e econômicas é um aspecto da “modernidade líquida” vivida no século atual. Diante de tal circunstância, é de grande importância que a sociedade se questione e não aceite a desconsideração do poder público perante as grandes diferenças dos salários entre homens e mulheres nos dias atuais.

Logo, para que as mulheres brasileira não sofram mais com desigualdades salariais, é preciso que o governo federal execute o direito à igualdade de gênero, determinando multas severas às empresas que excluam ou tratam com diferença essa parte da população. Dessa maneira, o Brasil teria mais mulheres trabalhando em suas indústrias.