A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 24/07/2020

Durante muito tempo, as funções das mulheres eram limitadas à fazer os trabalhos domésticos, cuidando da casa, filhos e marido, enquanto o homem podia trabalhar para sustentar a família e estudar. No século XXI, às mulheres ganharam destaque no mercado de trabalho, mesmo com algumas dificuldades, que muitos homens não encontram, tais como diferença salarial, e também por não serem aptas para alguns “trabalhos masculinos”.

Conforme dados do IBGE, mesmo que a diferença salarial entre os gêneros tenham diminuído, as mulheres ainda ganham 20,5% a menos que os homens. A menor diferença foi em 2016, com 19,2%. Concordante esses dados, homens ganham R$ 1,20 a mais que mulheres, por hora. Além disso, as mulheres possuem dificuldades para trabalhos que necessitam de maior força e também para ingressar na área das engenharias, como civil, aeronáutica, elétrica, por supostamente, não serem para mulheres, já que são vistas como inferiores e incapazes.

Em segunda análise, deve-se destacar que as mulheres ainda são vistas como domésticas, por sorte não tanto quanto há dez anos, por exemplo, visto que estão conquistando mais espaço no mercado de trabalho, apesar disso essas ainda  tem a obrigação de cuidar da casa e família, trabalhando na média de 7,5 horas semanais à mais, em trabalho não remunerado, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Prontamente, para não ocorrer tais acontecimentos, a sociedade deve entender o quanto as atitudes machistas prejudicam as mulheres. Dessa modo, o Governo Federal, junto com as escolas, tem o encargo de fazer campanhas e projetos para que os jovens e crianças saibam desde novos seus direitos e deveres. Ademais, é necessário que denúncias e fiscalizações dos salários sejam feitas, com o intuito que a sociedade seja igualitária e justa.