A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 23/07/2020

Ao longo da história, as mulheres vêm enfrentando desigualdade de gênero e sofrendo opressões físicas e psicológicas vindas de uma sociedade de caráter machista. Á partir da década de 40, a luta feminista dá seus primeiros passos, deste modo, a mulher que até então estava limitada somente a trabalho doméstico, passa a garantir seu espaço na sociedade.

Percebe-se que no Brasil, com o passar dos anos, a mulher vem conquistando seu espaço no mercado de trabalho. Em 2006, as mulheres representavam 41% da força de trabalho, segundo o balanço anual do Gazeta Mercantil. Já em 2019, segundo estudo do IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, pesquisadores estimam que em 2030, mulheres ocuparão 64,3% dos cargos, ultrapassando os homens.       Conforme o artigo 5 da Constituição de 1988, todos são iguais perante a lei, e todos os cidadãos possuem os mesmos direitos, são eles: igualdade, liberdade, segurança e propriedade. Contudo, ainda é visível a diferença de salários entre homens e mulheres. Segundo o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2018, mulheres ganharam 20,5% a menos do que os homens.

Por outro lado, conforme estudo do Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgado pelo Ministério da Economia, em 2017, as mulheres representavam 58,9% dos profissionais no mercado de trabalho com ensino superior completo, ou seja, as mulheres estudam mais e ganham menos.

Conclui-se então que as mulheres ainda estão na luta pela igualdade e em busca dos seus direitos. Cabe aos respectivos órgãos públicos, ajudá-las nessa missão, promovendo palestras em escolas, eventos abertos aos públicos e até em redes sociais, mostrando a importância da mulher, desde seus primórdios. Também, aumentar a fiscalização e segurança, pois muitas são vitimas todos os dias de atos machistas e assim construir uma sociedade justa e igualitária.