A mulher brasileira no mercado de trabalho
Enviada em 24/07/2020
A desigualdade de gênero sempre esteve muito presente na sociedade brasileira. Durante muito tempo, as mulheres recebiam a função de cuidar da casa e dos filhos, já os homens atuavam como provedores do lar. Na época, esse ponto de vista cultural e social era aceitável, porém, com a chegada da Revolução Industrial, veio a necessidade da inserção da mulher no trabalho manual. Assim deu-se início a inclusão das mulheres no mercado de trabalho.
Atualmente, houve um grande aumento feminino no cenário trabalhista. De acordo com dados do IBGE, de 1950, apenas 13,6% das mulheres eram economicamente ativa. Na mesma época, os homens ocupavam 80,8% no infográfico. E em 2010, a participação feminina no mercado de trabalho passou a ser de 49,9%. Ainda assim, existem alguns desafios, como diversos ataques machistas e falas preconceituosas perante diversas mulheres trabalhadoras.
Outro fator muito decorrente na população brasileira, é a existência da distância entre o homem e a mulher quando o assunto é salário. Ainda, há profissões que ambos os sexos façam o mesmo serviço, mas no final o trabalhador masculino acaba recebendo a mais.
Contudo, a presença do sexo feminino no mercado de trabalho, só tem a contribuir, seja em termos de qualidade ou economicamente. São muitas dificuldades a serem enfrentadas ainda, mas, também existem inúmeras oportunidades para se conquistar. Cada cidadão pode contribuir fazendo sua parte, incentivando cada vez mais as pessoas de que a mulher tem seu valor, e que não há motivos para tal descriminação. Como proposta de solução, acredita-se, que promovendo mais conversas e demonstrando exemplos de mulheres fortes que devem ser seguidas como base, faz com que estimule a liderança feminina na população. Tal proposta, deve ser feita com a ajuda de familiares, professores educacionais e de campanhas impostas pelo governo, apoiando e interagindo com mulheres que queiram ter mais voz e seu devido lugar na sociedade.