A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 05/08/2020

Antigamente, era mais do que comum a tradição de o homem ir trabalhar e a mulher ficar cuidando dos filhos. No entanto, esse padrão começou a mudar a partir da 1ª Revolução Industrial, que aconteceu em meados de 1760. Apesar desse acontecimento, ainda é notável a grande diferença de gêneros na atualidade, como a disparidade salarial.

Felizmente, a mulher, que é uma minoria no aspecto do mercado de trabalho, vem alcançando cargos profissionais importantes nos dias de hoje. Segundo os dados da Demografia Médica de 2018, a representatividade feminina de profissionais da área da medicina com até 29 anos é de 57,4%. Além disso, dados da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) dizem que, praticamente, metade dos empreendedores são mulheres. Esses dados provam que os avanços das mulheres no mercado de trabalho vêm crescendo.

Não obstante dessa evolução no ambiente profissional, a mulher ainda vem enfrentando sérios problemas, por exemplo, a diferença salarial com os homens, que apesar de ter diminuído nos últimos anos, ainda contém uma grande relevância. Em média, as mulheres ganham 20,5% menos que os homens, segundo o estudo especial feito pelo IBGE para o dia internacional da mulher feito em 2018. Isso prova que ainda é necessário um grande esforço para progredir em busca da igualdade de gêneros no mercado de trabalho.

Portanto, para que a igualdade salarial esteja mais perto da realidade, é necessário o aumento das multas por respeito à isonomia salarial. Hoje em dia, O valor desta penalização corresponde ao dobro da diferença salarial que a empresa fornece para os empregados. É por isso que o Ministério público do trabalho tem de fazer um aumento equivalente ao dobro já proposto.