A mulher brasileira no mercado de trabalho

Enviada em 05/08/2020

Apesar de todos terem direitos iguais perante a lei, na prática não é o que ocorre. A desigualdade e o preconceito que as mulheres sofrem no mercado de trabalho é antiga, mas ainda está presente na sociedade brasileira.

Em primeiro lugar, é imprescindível considerar que as mulheres sofrem esse preconceito há muito anos, pois suas funções antigamente se limitavam a cuidar dos afazeres domésticos, do marido e dos filhos. Porém, a partir da segunda metade do século XVIII com a Revolução Industrial, as mulheres começaram a ajudar nas indústrias, devido à demanda de mão de obra barata, esse fato fez com que as mulheres fossem inseridas na dinâmica produtiva. Contudo, a diferença salarial entre os homens e as mulheres sempre foi discrepante.

Em segundo lugar, é indubitável que a diferença salárial entre os gêneros ainda existe. A misoginia existente na sociedade e a população machista pensam que as mulheres devem apenas servir à família e que cabe aos homens suprirem a casa. Pesquisas afirmam que em muitas profissões as mulheres se sobressaem no mercado de trabalho, entretanto, mesmo exercendo a mesma função do homem, ganham consideravelmente menos.

Portanto, é evidente que o preconceito e a discriminação contra a mulher no mercado de trabalho ainda existe. Desse modo, cabe à sociedade civil o apoio ao gênero feminino e aos movimentos que protegem as mesmas e defendem os seus direitos, apontando a postura machista da sociedade, que deve ser intolerável. Ademais, a educação muito contribui para essa conscientização, fato que evidencia importância da escola, que deve  enfatizar a igualdade de gênero por meio de aulas, palestras, materiais históricos. Espera-se, assim, colocar fim ao patriarcalismo na sociedade brasileira, com respeito à igualdade e dignidade da mulher.